terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Preconceito do Preconceito do Preconceito que não acaba nunca...


Escrevi hoje no facebook isso:

Quem forma os pré-preconceituosos? Quem instiga a raiva ao diferente de si? Que geração de jovens mais velhos que anda detonando a dos jovens mais novos que gostam de Restart? Não tenho como ficar calada se hoje a foto do dia não é mais o BBB, mas o vocalista do Restart todo ensanguentado. Só tenho um recado a dar, não ao público daquele show, mas àqueles que fizeram alguém do público daquele show odiar o Restart: parabéns. Parabéns aos incitadores da "boa música" que vivem a avacalhar o Restart, sob argumentos pseudointelectualizados que explicam através do acorde tal do "não sei o quê" o por quê do Restart ser ruim nas suas concepções. Restart pode não ser a melhor banda do mundo, mas tem uma gurizada nova no pedaço e extremamente jovem que meteu a cara a tocar música e aprende um pouco a cada dia. Nome disso? PRECONCEITO. Virou sinônimo de "sou intectual da música, odeio Restart". Para mim é o mesmo que dizer "sou preconceituoso com alguma coisa que um jovem inventar que não seja da minha geração ou da geração antes da minha geração". E por aí poderia utilizar o festival de preconceito de uma camada jovem quanto à outros que fazem sucesso na mídia, ainda que seja esta mídia da indústria cultural - que é outro debate. Como cantava Elis, só posso pensar que "ainda somos os mesmos e vivemos como nossos pais"... Um povo que um dia batalhou para a superação do preconceito de geração, para as invenções das novas gerações, para o respeito, hoje reproduz a mesmíssima porcaria com quem é mais jovem. Uma PENA.

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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Bistrô da Aldeia




Esta semana, terça e quinta a partir das 19h.

Reservas pelo e-mail bistrodaaldeia@gmail.com ou pelo facebook

@amon costa

Vale a pena dar uma conferida!

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Eu não existo sem você

Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor, não tenha medo de sofrer
Pois todos os caminhos me encaminham prá você
Assim como o oceano só é belo com o luar
Assim como a canção só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem só acontece se chover
Assim como o poeta só é grande se sofrer
Assim como viver sem ter amor não é viver
Não há você sem mim, eu não existo sem você

Vinicius de Moraes

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domingo, 27 de novembro de 2011

O mal estar da pós-modernidade


Olha o que eu achei... "O Mal estar da pós-modernidade"... nunca li.
Deve ir na linha da Modernidade Líquida.
Acho que estou virando uma garrafa de Coca-cola mesmo.
Tô tão pós-moderna que não consigo fixar nada nas ideias. Uma hora aqui, outra acolá, outra sabe-se lá onde.

Ô droga de liquidez. Que coisa bem chata me sentir um rio. Não para em lugar nenhum.
Eu queria ter certezas.

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domingo, 23 de outubro de 2011

Como mudar o mundo?




Ao contrário do que possa sugerir o título destas palavras que resolvi escrever, não citarei nenhuma fórmula ou receita para mudar o mundo. Seria muita pretensão. Até porque, se soubesse como mudar o mundo já teríamos mudado, não?
Embora não tenham receitas ou fórmulas, é possível estabelecer alguns métodos ou caminhos mínimos de como mudar aos poucos. Afinal de contas, milênios de existência humana e nada a dizer, também seria demais.
Sobre métodos/ caminhos mínimos, sim, tenho coisas a palpitar. Mas não como os "palpiteiros" de plantão, que só criticam o que os outros tentam fazer para melhor a vida dos seres humanos mas não apontam alternativas ou não se engajam em absolutamente nada.
Tenho lido muitos absurdos na internet, principalmente no facebook, sobre os "palpiteiros" de plantão. Estes, acham que tudo é ruim, que todos são ruins, que política é coisa de ladrão, que todos são do mal, que a sociedade está perdida e talvez até acreditem que o mundo vai acabar amanhã!!!! Estes "palpiteiros" de plantão, incapazes de olhar para a realidade de forma dialética, contraditória e histórica, só conseguem emitir olhares fragmentados daquilo que conheceram também de forma fragmentada ou através de meras "versões".
Com isso não estou dizendo que sei da realidade na sua totalidade e que meu olhar é melhor ou pior que de alguém. Pelo contrário, tento buscar sempre coerência na hora de analisar alguma coisa. E muitas vezes erro e errarei, porém, buscando sempre um método. Analisar sem método ou sem a busca dele, sim, é optar por sempre ter uma versão fragmentada da realidade.
A resposta é essa. Como mudar o mundo? Não tem resposta, mas tem métodos para tentar. E nesta "tentativa" sim, me encaixo. Fico me perguntando qual a base metodológica daqueles que só ficam literalmente "cornetiando" na internet, que não participam de nada, que numa roda de amigos só reclamam e falam mal da política, das pessoas, de tudo, que não acreditam em nada, que acham que todo mundo é do mal, que blá blá blá. Esse discurso me cansa. Principalmente quando vejo ele partir de pessoas que já se envolveram na tentativa de mudar o mundo pelo sistema político partidário brasileiro, ou que talvez até já tenham participado também de movimentos sociais. Esses para mim são os piores. Esses são os "palpiteiros" de plantão que não agregam nada, que nada fazem para mudar a vida dos sujeitos coletivos, mas do seu próprio indivíduo. É óbvio que tem gente ruim, que tem político safado, que o sistema político e a democracia brasileira precisam eternamente evoluir, que tem tudo isso. Mas daí a generalizar tudo e viver no niilismo total é coisa muito irritante.
É muita contradição. Os "palpiteiros" de plantão que já fizeram parte da luta e agora só colocam tudo para baixo, são os pessimistas do momento os mais incapazes de conectar a realidade com a história e a esperança de um mundo melhor. Muito chato isso. Ninguém presta? Nada presta? Vá morar em Marte!!!
#PRONTOFALEI

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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Deseo...

Yo soy, tan sólo
uno de los dos polos;
de esta historia, la mitad.

Apenas medio elenco estable;
una de las dos variables
en esta polaridad:

más y menos,
y en el otro extremo
de esa línea, estás tú,

mi tormento,
mi fabuloso complemento,
mi fuente de salud.

Deseo
mire donde mire, te veo
mire donde mire, te veo
mire donde mire, te veo….


Saudade do Jorge... que música mais eu mesma... impressionante...

Desejo.....................................hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

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domingo, 29 de maio de 2011

Mafaldeando

Eu tenho uma sensação que a Mafalda faz parte da minha família e convivo com ela desde pequena... deve ser porque já decorei algumas tirinhas...

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