sexta-feira, 30 de abril de 2010

Serra e Globo podem mais!!!!



José Serra e a Rede Globo podem muito mais!! Mais 45...

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Sobre futebol e política


Para situar, este comentário meu foi feito num grupo virtual de movimento estudantil, na semana em que o Flamengo perdeu para o Botafogo, onde rolaram alguns comentários politicamente "incorretos", bem como e-mails dizendo que na lista não deveria ser debatido futebol...

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Falar de futebol em lista política pode não ser o local certo para o debate, mas essa história de tratar o futebol como lazer alienado e dissociado de política só afunda cada vez mais essa merda. (perdão a expressão)

Futebol se discute sim.

Mas não se o Botafogo é melhor que o Flamengo, ou se o técnico do Corinthians é um tonto e não deveria ter escalado o fulano ou o ciclano apenas....

Se discute que Futebol é um antro de corrupção neste país, se discute pq o transformaram num esporte completamente mercenário, se discute pq nos estádios temos centros de conservadorismo
machista semi-selvagem e que as torcidas criam a cada época novas músicas ridículas que "enfiam o pau no cu de alguém", ou que um time é ruim pq tem jogador "mulherzinha"
ou que o juiz é tão podre que é um "filho da puta"...

Me irrita essa separação do futebol e da política, porque parece que trazer para o debate uma nova cultura política, novas formas nas relações sociais, novas maneiras das pessoas se tratarem umas as outras, nada parece dizer respeito, quando o assunto é o "sagrado e intocável futebol".

Como se futebol fosse capaz de unir os democratas e os p-sol num mesmo grito, e como se de clubes brasileiros, não nascessem políticos que vão parar no congresso nacional. Mas futebol e política não se misturam ou não se discute, para a torcida... pq para os dirigentes e as grandes empresas patrocinadoras, se misturam sim.

E para quem possa achar que eu estou sendo demagógica, de falar em nova cultura de relações sociais, digo que já bati boca de verdade no meio da torcida do inter por causa de gritos machistas e homofóbicos... e ouvi de um amigo louco de vergonha: "ah tá, vai querer politizar uma torcida em dia de final???"

É claro que não vai dar pra politizar uma torcida em dia de final, enquanto 80% da torcida é composta por homem e enquanto quem é de esquerda não ajuda, estando lá dentro da manifestação oral semi-selvagem e agressiva, separando o futebol do trato humano. Ou seja, o cara reproduz aquela chuva de xingamento que agride alguém (geralmente coisas que vem das mulheres e dos gays...), e quando sai do estádio reincorpora o personagem da esquerda que não diz palavras politicamente incorretas...

Daí é hipocrisia né...

Falar palavrão tá valendo, até pq ninguém é de ferro... mas se forem parar pra prestar atenção, o xingamento mais forte e veemente é o que detona as ordens "femininas e homossexuais"...

Por isso eu continuo enchendo o saco, QUE FUTEBOL SE DISCUTE SIM!!!

Inclusive se o assunto for o mar de lamas financeiro que banca toda a safadeza da antiga e velha prática coronelista política que é também reproduzida em Clubes...

E tem mais, eu sou colorada, sócia, vou em estádio, jogo futebol toda segunda de noite e gostaria de saber qual é o dia que vai ser instituído futebol feminino no horário nobre da Globo??????????????????????????????????????

Sabe o que o mesmo amigo me disse??? "Ah, futebol feminino na Tv não passa pq não tem graça..."

Descobri pq não tem graça... pq as mulheres não são violentas... e coisa sem violência não tem emoção né. Me poupeeeeeeeee.

Beijo pra todo mundo aee, e para a galera de esquerda fanática pelo seu time, um pedido: prestem atenção no que gritam enquanto assistem um jogo... já que mudar as cantigas de estádio que pegam igual gripe não é possível mudar...

O juiz pode deixar de ser um filho-da-puta, para ser apenas um homem muito ladrão... ehehehhehehehe

Afinal, ter mãe é bom, até mesmo quando se é juiz de futebol.

abraço...

Ingrid
Gravataí-RS

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quarta-feira, 21 de abril de 2010

A liberdade do PP


"Putz grila", acabei de ver a propaganda política do PP... as duas... da Ana Amélia e do guri falando sobre "jovens"...

Primeiro sobre a da Ana Amélia: uma vez ouvi a cara-de-pau da senhora dizendo no rádio que se ela estivesse no Congresso tudo seria tão simples ser feito, ela ia fazer e acontecer lá, porque ela é muito boa... agora está aí, deixando a profissão "político-repórter" para passar a ser política profissional.

E sobre a do jovem, um guri cheio de boas intenções, dizendo que para ser jovem não precisava usar camisa do Che, fazer protestos e ser de esquerda. Jovem tem que ser empreendedor, e fazer política com "liberdade".

Jovem tem que ter o direito de liberdade??????????????

De qual liberdade ele está falando? Certamente não é a mesma liberdade que eu também acho que jovem deva ter...

A Liberdade daquela propaganda refere-se à liberdade de qualquer coisa, menos a liberdade humana. Talvez seja a liberdade do comércio, da economia, liberdade do mercado, mas não a liberdade dos sujeitos jovens.

Que tipo de jovem tem liberdade para fazer aquilo que ele sugere na propaganda? "Montar sua própria empresa"... piada né... ainda vivemos num país com 40 milhões de pessoas em extrema pobreza, que certamente não estão se sentindo nem um pouco livres para abrir sua empresa e ter sua família (como também sugere a propaganda).

Esse projeto de liberdade é velho e conhecido... é a liberdade do liberalismo, que traz consigo não só este discurso de liberdade econômica, quanto um conservadorismo gritante de relações humanas que de livres não tem nada.

E tudo isso gera uma grande confusão na cabeça das pessoas, pois o discurso é bonito mas na prática se sabe que trata do bom e velho conservadorismo que acaba englobando
todas as relações humanas, os preconceitos de gênero, de classe, de sexualidade, de tudo que esteja no projeto coletivo de sociedade, e não na perspectiva de que o ser humano é um ser egoísta que depende apenas de si para avançar na vida...

Que raio de liberdade é essa, afinal?

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quinta-feira, 15 de abril de 2010

O ônibus e eu...


Toda vida que andei muito tempo de ônibus, me pegava imaginando coisas. Foi assim quando ia para a Unisinos e está sendo assim quando vou à UFRGS.

Aqueles quarenta minutos até chegam a ser sagrados. Não durmo, não leio, não converso. Só penso.

Não consigo parar de pensar um minuto em milhares de coisas que tenho a fazer e outras milhares de gostaria de fazer.

Pode até parecer bobagem, mas sempre foi neste momento, que sonhei muita coisa. Daquelas que se sonha acordada.

Pois sonhar em casa; não rola, sonhar na rua; tem muito movimento, sonhar quando está dormindo; não é sonho, é associação livre e portanto não conta, sonhar vendo novela; sem palavras, sonhar na hora de comer??? Sonhar durante uma conversa - talvez - uma aula - sim!!! - mas há de voltar à Terra para se concentrar - sonhar antes de dormir??? - pego no sono...

Nessas aí que já me dei conta que preciso daquele momento. O meu momento de sonhar, de analisar coisas. De avaliar relações, posturas, pensamentos, conceitos, coisas a fazer, coisas não feitas, coisas mal feitas... enfim...

Se não tivesse mais esse momento do ônibus... acho que minha vida perderia um pouco de qualidade... perderia abstração, perderia várias coisas que os outros momentos exigem certa rigorosidade metódica... e lá no ônibus tudo é livre... minha cabeça se liberta no Sogil... ehhehehehehehe
Se perdesse esse momento, certamente teria que recriá-lo em outro espaço e outras ocasiões.


Nunca me esqueço das inúmeras vezes que ficava pensando como seria meu primeiro dia de aula como professora... isso rendeu muito pensamento pra manga...

Ih, no Sogil já fiquei muito triste também. Naquelas horas fatídicas que a gente imagina como reagiria à morte de pessoas queridas e à própria morte. Até já chorei imaginando. Já viajei para alguns lugares do mundo no Sogil também. Ou ao menos pensei em planejar.

Pode parecer loucura, mas gosto muito dessa parte da rotina. O ônibus. O pensamento.

Claro que não preciso nem dizer né... o pensamento flui porque se trata de um ônibus confortável e silencioso... e isso me entristece. Pois quem pega aqueles ônibus lotado horríveis, apertados e desrespeitosos, não conseguem sentir talvez isso que eu sinta numa linha (carérrima) de Gravataí a Porto Alegre...

Não vou nem entrar no mérito do valor da passagem senão já me irrito e perco a linha do raciocínio sobre a filosofia de ônibus...

Mas é isso. Se um dia alguém me encontrar no ônibus, me dá oi e não passa a viagem inteira puxando assunto, pois é hora de filosofar... eheheheheheheeh

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segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sem paciência para postagens...


Quando ela voltar eu aviso.

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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Dilma e a farsa primeiro de abril

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