segunda-feira, 7 de maio de 2012

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Como me sinto neste momento. E o pior é que no caminho a areia vai apagando e confunde ainda mais para onde se deve ir. Espero chegar a algum lugar um dia. Quem sabe.

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sábado, 5 de maio de 2012

Salve el Jorge!

O Jorge me faz tão bem que parece que ele faz parte da família. Fui assistir um filme na Argentina com ele. La suerte en tus manos.

O enredo não era lá essas coisas, mas só de ver ele em diversas poses e situações, mais de pertinho, já valeu a noite. Saí de dentro do cinema como se tivesse renovado minha alma. Fiquei leve. Passei dias e dias com a simples palavra na cabeça: "inoportunaaaaa", de uma de suas músicas. E não é que resolvi escrever sobre o Jorge e de repente o pendrive começou a tocar uma música dele? O Jorge parece alguém próximo, tem horas que até me sinto parecida com ele na sua timidez e no seu intimismo. O Jorge para mim é um momento de reflexão, de calma, de tranquilidade. Depois dos seus dois shows em Porto Alegre me tornei alguém melhor. Principalmente do segundo show, que pude ficar MUITO perto dele. A delicadeza de cantar é tamanha que uma respiração mais ofegante na plateia atrapalha a voz do Jorge no microfone. Eu não sou tiete de ninguém, e acho tietagem um porre, dose para leão. Mas o Jorge é o Jorge. Não sou tiete, sou apenas mais uma alma que se nutre de sua música. Não apenas da música, mas daquilo que ela representa no contexto geral, incluindo o artista e tudo que ele traz junto com a sua música. O Jorge é uma imagem refletida de um lugar bonito. De uma Montevidéu numa tarde fria nublada com folhas de plátano voando pela rua. O Jorge é bonito por todos os lados, por dentro, por fora, de lado, de cima, debaixo. Isso aparece na sua voz e na sua música. Chato isso para quem ler e não for o Jorge, né? Mas o que eu posso fazer??????????? Salve JORGE!!!!!!!!!!!!!!

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